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Conheci o homem que coloca os veleiros dentro do Rio São Francisco | #SAL #425

276 Vues· 12/07/26
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Dans Voiliers

Todo velejador que sonha em entrar no Rio São Francisco esbarra na mesma pergunta: como passar pela foz? Há anos a resposta é sempre o mesmo nome — Mário Jorge. Ex-lancheiro, engenheiro e penedense, ele botou na cabeça que seria "aquele que bota os barcos pra dentro" e passou décadas insistindo até que Penedo tivesse uma marina de verdade. Ancorei no píer dele, perguntei quanto custava ficar — e a resposta me calou. E ouvi a frase que resume o homem inteiro: "Se tirarem esse rio de mim, eu morro." Neste episódio #425 do Hashtag Sal, Mário Jorge conta como largou a lancha depois de "enlouquecer pela vela" em Olinda, por que a vela esportiva nunca chegou ao São Francisco apesar de séculos de canoas e barcos a vela trabalhando neste rio, e como a marina de Penedo saiu do papel dentro de um prédio histórico recuperado. Falamos também da parte que mais assusta quem quer navegar aqui: a barra. São três barras (norte, sul e a principal) sem carta náutica atualizada, mudando de lugar a cada temporada por causa da redução do fluxo de água e sedimento das represas rio acima. Com dois metros de calado dá para entrar. Com vinte nós de vento, vira outra história. Ele explica o que olhar, quando não vir, e por que conhecimento local ainda vale mais que qualquer equipamento. E tem a conta que ninguém faz: a ponte de Propriá, construída com cerca de doze metros de altura, praticamente fechou o rio para veleiros. Mário conta quantas birutas e antenas deixou lá, e como brigou por vinte e cinco metros de altura na nova ponte de Penedo para não fechar de vez a porta do São Francisco para o mar. No fim, fica a pergunta que dá título ao rio: por que quase nenhum veleiro entra no lugar mais cantado, pintado e escrito do Brasil? Água doce transparente, ancoragens incontáveis, segurança, sessenta milhas navegáveis até Traipu e Gararu, uma cultura ribeirinha viva. E o píer quase vazio. A ideia dele: um rali guiado, nos moldes do que se faz na Amazônia, entrando com dez ou quinze barcos de uma vez. CAPÍTULOS 00:00 A foz que assusta os velejadores 01:29 De lancheiro a velejador: o começo cômico 03:18 Por que a vela esportiva nunca chegou ao São Francisco 05:27 A volta pra Penedo e o sonho da marina 09:32 Subindo o rio: correnteza, maré e os primeiros passeios 11:56 A marina sai do papel 13:53 A escola náutica e o povo de costas pro rio 15:08 O homem que bota os veleiros pra dentro 17:48 Como é a barra de verdade: três barras, vento e onda 20:39 O sonho de uma regata no São Francisco 22:29 A vantagem da água doce 24:37 "Esse rio é como se fosse meu sangue" 25:36 A ponte de 12 metros que fechou o rio 28:57 Canoas, balsas e o que a nova ponte pode mudar 32:56 Penedo: porto, polo cultural e Ariano Suassuna 36:25 "E quanto custa pra ficar aqui?" 37:09 Por que quase nenhum veleiro entra no rio mais cantado do Brasil ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ APOIE O HASHTAG SAL O canal é mantido majoritariamente por quem assiste. É isso que garante a independência editorial de tudo que você vê aqui. Deixe um café: ▶ https://apoia.se/hashtagsal SIGA ▶ Instagram: @hashtagsal_oficial #SAL #HashtagSal #SAL425 #vela #veleiro #navegacao #RioSaoFrancisco #Penedo #Alagoas #Velejar #FozDoSaoFrancisco #MarinaDePenedo

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