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534 Görünümler · 16 saatler önce

▶ Assista ao episódio #62 completo: https://youtu.be/ImC07TR6fxQ ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ Em São Lourenço do Sul, na beira do arroio, uma tradição naval de quase 200 anos resiste. Antes das rodovias, eram os barcos lourencianos, veleiros de até 25 metros, que transportavam toda a produção da colônia, de arroz a batatas, conectando a cidade a Rio Grande. Uma época em que a vida náutica era o motor da economia local. O grande herdeiro dessa tradição é o Divino. Seu estaleiro, que opera desde 1830, é um museu vivo. Diz a lenda que o próprio Giuseppe Garibaldi teria feito um reparo em seu barco ali. Hoje, Divino e seus filhos são os guardiões de técnicas de construção artesanal passadas de geração em geração, uma parte fundamental da cultura náutica brasileira. Mas este lugar histórico não vive apenas do passado. Ele se tornou um porto seguro para velejadores modernos com desafios extremos, como Ricardo e Marga, do veleiro Mago del Sur. Um gigante de aço com 60 pés e 25 toneladas, projetado e construído para fazer charters na Antártida. Eles encontraram no estaleiro do Divino o lugar ideal para a manutenção: "tranquilo, água doce, não há muitos lugares onde se possa trabalhar no barco (...) como aqui". Este encontro entre o artesanal e o tecnológico, entre os barcos de madeira que carregavam arroz e o veleiro de aço que desbrava o gelo antártico, mostra a força de um conhecimento que se adapta sem perder a alma. ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 📲 Siga o Hashtag Sal: Instagram: @hashtagsal_oficial 🔔 Inscreva-se no canal e ative o sininho pra acompanhar os próximos episódios. #BarcosLourencianos #EstaleiroArtesanal #SãoLourençodoSul #Cortes #HashtagSal #Vela #Veleiro

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512 Görünümler · 24 saatler önce

A foz do Rio São Francisco é linda, mas esconde um segredo de 400 anos. Entenda por que a colonização preferiu subir o rio, deixando a costa deserta. #Shorts #RioSãoFrancisco #Navegação #HistóriaDoBrasil #HashtagSal

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962 Görünümler · 2 günler önce

Piaçabuçu, a 'Palmeira Grande', é um berço da cultura náutica no Rio São Francisco. Entre a espera e a observação das canoas, um café da manhã de regime a bordo. #Shorts #HashtagSal #RioSaoFrancisco #Piacabucu #Navegacao

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254 Görünümler · 3 günler önce

Estou há dois meses no Rio São Francisco e não consigo sair. A barra de areia que separa o rio do mar muda de lugar sozinha, fechou com rajadas de 30 nós, e eu tenho um veleiro com 2 metros de calado, uma regata me esperando no sul e cinco relógios que precisam se alinhar antes de eu soltar a amarra. Neste episódio eu subo o Rio São Francisco Propriá , passando por Penedo, Propriá, Telha e Piaçabuçu, e depois desço de volta para esperar a janela de saída perto da foz, em Alagoas. No caminho: ilhas que não existiam há poucos anos e já têm casas construídas; um rio que teve carta náutica em 1856 e hoje se navega com arquivos de rastro trocados entre velejadores; uma cidade que já foi a segunda mais rica de Sergipe e hoje é a 22ª, empobrecida quando a navegação acabou; e um pescador que tentou cruzar a barra antes de mim e voltou com o vidro do barco estourado pelo mar. É um episódio sobre incerteza e sobre saber esperar. Sobre uma coisa que nove anos morando a bordo me ensinaram: na navegação e na vida, às vezes o nada é o próprio progresso. ⚓ CAPÍTULOS 00:00 Os dois medos de quem espera 00:31 Faltava uma coisa aqui no barco 02:45 Dois meses no Rio São Francisco 03:05 Subindo o rio com o Mário Jorge e a Lili 03:51 Este rio tinha carta náutica em 1856 04:01 Ilhas que não existiam 04:19 Água doce, ancoragens e autossuficiência 05:34 Chuva na rota 06:20 A ponte de Propriá: até aqui o mastro passa 07:26 A cidade que já foi a 2ª mais rica de Sergipe 08:37 Telha: balneário e comida caseira 09:17 Começa o regresso 10:50 Um episódio sobre incertezas 11:40 Piaçabuçu: 30 nós fecham a barra 12:49 Conhecendo Piaçabuçu a pé 15:25 A cidade que nasceu da espera 16:30 A caça ao café 17:26 Academia, barras e caminhadas 18:43 Os cinco relógios que decidem a minha saída 19:28 O calendário, o instrumento mais perigoso do barco 20:09 Minha janela: maré, ondas e vento 20:38 A meteorologia muda 21:00 O pescador que tentou e voltou com o vidro quebrado 23:11 Margem de erro igual a zero 24:03 Quando a espera é o próprio progresso 24:20 Como apoiar o canal ⛵ APOIE O HASHTAG SAL 👉 https://apoia.se/hashtagsal 📍 ONDE ESTE EPISÓDIO FOI GRAVADO Rio São Francisco — Penedo (AL), Propriá (SE), Telha (SE), Piaçabuçu (AL) e a foz do Velho Chico. Vida a bordo, navegação costeira e a história de cada lugar onde o Hashtag Sal ancora. Se é a sua primeira vez por aqui, se inscreva para acompanhar a viagem.

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894 Görünümler · 4 günler önce

A beleza do Rio São Francisco e a tensão de navegar um canal que parecia raso demais para o nosso veleiro. A água doce e transparente compensou o risco! #Shorts #RioSãoFrancisco #Veleiro #Navegação #HashtagSal

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651 Görünümler · 5 günler önce

▶ Assista ao episódio #61 completo: https://youtu.be/8sNyCiOMJSk ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ Em Porto Alegre, os dias se dividem entre a frustração de um problema técnico e a alegria de uma nova amizade. O piloto automático, peça essencial para a navegação solo, apresentou um defeito na bússola e, para piorar, sua central apareceu completamente inundada. Água onde não deveria estar é sempre um mau sinal a bordo. Em meio aos consertos, conheci o Ian, um holandês que mora no píer a bordo do seu Yamaluce 3, um Van de Stadt 32, com a fiel companheira Nusca. Uma conversa leva a outra e ele conta sua incrível história: como uma viagem de férias de dois meses, quando era aluno da Academia Naval, se transformou em uma decisão de vida que já dura décadas. A oportunidade de trabalho no Brasil, o encontro com sua esposa e a paixão pelo país que tem "três meses de verão" a menos que a Holanda, mas um calor humano incomparável. A vida de Ian é um lembrete de como os rumos que tomamos podem ser tão inesperados quanto uma falha no equipamento. Enquanto a história dele inspira, o piloto automático ainda espera por um diagnóstico. Será que tem conserto? ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 📲 Siga o Hashtag Sal: Instagram: @hashtagsal_oficial 🔔 Inscreva-se no canal e ative o sininho pra acompanhar os próximos episódios. #ViverABordo #VelejadorHolandes #PilotoAutomatico #Cortes #HashtagSal #Vela #Veleiro

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725 Görünümler · 5 günler önce

Às vezes, a maior riqueza não está no que se tem, mas onde se está. A chegada em São Francisco do Sul foi um lembrete poderoso disso. #Shorts #HashtagSal #Vela #VidaNoMar #Reflexão

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725 Görünümler · 6 günler önce

Visitamos uma das ancoragens mais lindas e cheias de história, com uma arquitetura única e águas cristalinas. Um paraíso escondido no Brasil. #Shorts #HashtagSal #Veleiro #Paraiso

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586 Görünümler · 8 günler önce

▶ Assista ao episódio #60 completo: https://youtu.be/BpIcqyw3sfI ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ Ele gostava de velocidade. Esqui aquático, carros com "motorzinho envenenado", lanchas. Veleiros? Eram lentos demais, não interessavam. Até que um amigo o convenceu a dar uma volta num Snipe, em Tapes. Foi um encanto imediato, "um tiro mortal nas lanchas". A partir daquele dia, ele só queria saber de velas. A vida, no entanto, preparava uma tempestade. Aos 27 anos, pouco depois de casar e enquanto sua esposa estava em Porto Alegre para o nascimento da primeira filha, uma dor no joelho revelou um câncer ósseo. A notícia da amputação veio de forma direta. Dez dias após o nascimento de sua filha, a hoje jornalista Taline Oppitz, ele amputou a perna. Seguiram-se um ano e oito meses de quimioterapia. Passada a fase mais dura, outro convite para velejar, desta vez num barco cabinado, reacendeu a paixão com força total. A possibilidade de dormir a bordo, de viver no mar, o deixou "louco". Na mesma tarde, sem nem passar em casa, ele foi negociar a compra do seu primeiro veleiro. O aprendizado veio na prática, com erros e acertos que viraram grandes lições e boas histórias. Hoje, 40 anos depois, ele continua a bordo do mesmo barco, um Ardígia 24 pés. A vela não foi apenas um hobby; foi um novo campo que se abriu quando outros se fecharam. Foi a descoberta de uma outra vida, de um outro mundo que lhe devolveu a sensação de liberdade e um prazer que o acompanha até hoje. ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 📲 Siga o Hashtag Sal: Instagram: @hashtagsal_oficial 🔔 Inscreva-se no canal e ative o sininho pra acompanhar os próximos episódios. #Superação #HistóriaDeVida #Velejador #Cortes #HashtagSal #Vela #Veleiro

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905 Görünümler · 9 günler önce

Às vezes, a melhor forma de se preparar para viver intensamente é simplesmente parar. Uma reflexão sobre o valor do ócio e a arte de recalibrar os sentidos. #Shorts #HashtagSal #ViverMelhor #Filosofia #Descanso

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326 Görünümler · 10 günler önce

Existe um lugar perfeito pra ficar pra sempre? Ayres e Carol saíram do Brasil há três anos. Passaram um ano e meio no Caribe sem mercado, sem cidade, sem nada — e hoje estão ancorados nas Ilhas Baleares, num veleiro de 54 pés com bandeira estrangeira. Nesta conversa eles contam quanto custa viver assim, mesmo em euro, por que trocaram de barco e de bandeira, e por que nenhum paraíso continua sendo paraíso pra sempre. Eles brincam que deram um salto de dois mil anos. Em Guna Yala a carne chegava de lancha, às vezes com areia, e o frango vinha inteiro, com cabeça e pés. Hoje ancoram diante de centros históricos, catedrais e ruínas, com loja náutica e ferragem ali do lado. Só que, como o Ayres resume, na Europa tem tudo. E esse tudo ocupa o espaço do nada. Dois meses depois de chegar, ele já estava com saudade de uma praia deserta na Colômbia. A conversa desce pra parte prática que quase ninguém detalha. Quanto sai uma diária de marina nas Baleares na alta temporada. Por que eles vivem na âncora e por que isso é mais difícil do que parece: a posidônia protegida no fundo, a multa, os barcos de charter ancorando errado em cima de você, os cem botes empilhados em cinco fileiras em Port de Sóller. Como é fazer compra em euro comparado a São Paulo. Quanto custa manter um barco maior. E a conta que muda tudo: receber hóspedes a bordo. Tem também a decisão que gerou isso. Eles venderam um barco de bandeira brasileira e compraram um maior pelo mesmo valor lá fora, sem carregar o imposto do Brasil junto. O Ayres olhou todos os exemplares daquele modelo disponíveis no mundo. Chegou a ver um em Fiji e recusou, porque teria pulado a travessia do Pacífico e a Polinésia inteira. Deu um passo atrás na volta ao mundo de propósito. E ganhou algo que o barco anterior não tinha: seguro. No meio do episódio aparece uma história de outro filme. Numa ancoragem em Natal, uma amiga sul-africana olhou pra um veleiro sem nome ao lado e disse que reconhecia aquele barco. Era um barco roubado na Croácia um ano antes, descaracterizado. Do jeito que a noite terminou, com uma visita inesperada trazendo vinho e chocolate que ninguém teve coragem de aceitar, é melhor você ouvir deles. E no fim fica outra coisa. Quando soltaram as amarras, três anos atrás, levaram junto três medos: o dinheiro, a família longe e os amigos que ficariam pra trás. Quase todo mundo que sonha com essa vida conhece esses três. Eles contam o que aconteceu com cada um, e a Carol resume a coragem inteira numa frase: assumi a culpa, assumi a responsabilidade e fiz o que eu desejava. A ciência deu nome pro incômodo que atravessa o episódio: adaptação hedônica. Qualquer lugar, até o paraíso, uma hora vira rotina. Ou talvez não importe tanto o lugar. Importe a viagem. ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ APOIE O HASHTAG SAL Este canal é independente e sustentado por quem assiste. Com o valor de um café você ajuda muito, e ainda entra no nosso grupo de apoiadores no WhatsApp. https://apoia.se/hashtagsal SAILING NABOA Canal do Ayres e da Carol: @SailingNaboa ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ CAPÍTULOS 00:00 Existe um lugar perfeito pra ficar pra sempre? 00:39 Ayres e Carol, do Sailing Naboa, de volta ao canal 01:20 Um ano e meio sem mercado, sem cidade, sem nada 02:19 As dificuldades que ninguém conta de velejar na Europa 05:33 Port de Sóller: cem botes empilhados em cinco fileiras 06:30 Na Europa tem tudo, e esse tudo ocupa o espaço do nada 09:02 Posidônia: por que ancorar nas Baleares pode dar multa 11:21 Adaptação hedônica: por que até o paraíso vira rotina 12:29 Quanto custa viver num veleiro no Mediterrâneo 14:15 Carne, peixe e a logística roots de San Blas 15:56 Manutenção, peças e mão de obra fora do Brasil 18:09 Como escolheram o Jeanneau 54 19:24 Por que trocaram o barco de bandeira brasileira 19:58 Um barco maior por segurança, e por causa do enjoo 20:36 A busca mundial: Estados Unidos, Caribe, Indonésia, Fiji 22:04 Trabalhar a bordo: charter, hóspedes e a conta que fecha 24:34 O medo do Pacífico e os planos até a Polinésia 26:57 Um casal dá conta de um 54 pés? 28:55 Seguro: o que muda com a bandeira estrangeira 29:33 Carol e as travessias que ela não gosta 31:41 Não sei como a gente vai voltar a morar em terra 35:03 O barco roubado na Croácia que apareceu no Brasil 36:51 O vinho, o chocolate e a operação da polícia 38:55 Os três medos de quem solta as amarras 41:15 Assumi a culpa e fiz o que eu desejava 45:42 Viver é descer um rio ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ #SAL #HashtagSal #SAL428 #vela #veleiro #navegacao #SailingNaboa #Mediterraneo #Baleares #Mallorca #Caribe #VidaABordo

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444 Görünümler · 12 günler önce

▶ Assista ao episódio #59 completo: https://youtu.be/jfGl9WPLJXU ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ Navegar sozinho já é um desafio, mas fazer isso sem piloto automático funcionando eleva a complexidade. Foi o que aconteceu logo na saída dos Jangadeiros, em plena sexta-feira 13. Cada milha na Lagoa dos Patos exigia atenção total na roda de leme, um trabalho manual que, apesar de cansativo, nos conectou ainda mais com o barco e a água. Mas o que parecia um perrengue abriu uma oportunidade única. Por causa da direção do vento, uma condição rara, decidimos ancorar na Praia do Tigre. O que era para ser um problema se transformou num encontro: barcos amarrados a contrabordo, um churrasco improvisado e a formação de um verdadeiro condomínio de veleiros em um paraíso de água doce. Esse é o tipo de liberdade que não se compra. Como disse a Jéssica num comentário, às vezes é preciso "sacrificar o telhado para ganhar as estrelas". Estar ali, com amigos, em uma praia praticamente desconhecida, foi a prova de que os melhores momentos da vida no mar nascem do imprevisto. A jornada continuou por 42 milhas náuticas até o Porto Barquinho, um porto abandonado que guardava seu próprio charme. ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 📲 Siga o Hashtag Sal: Instagram: @hashtagsal_oficial 🔔 Inscreva-se no canal e ative o sininho pra acompanhar os próximos episódios. #LagoaDosPatos #Navegação #VeleiroBrasileiro #CortesdoSal #HashtagSal #Vela #Veleiro

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1,356 Görünümler · 13 günler önce

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541 Görünümler · 14 günler önce

▶ Assista ao episódio #58 completo: https://youtu.be/oDnLypWzrEs ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ Muitas vezes, a decisão de morar a bordo é acelerada por um empurrão do destino. Para o Jairo e a Bruna, esse empurrão veio na forma de uma casa que demorou dois anos para ser entregue. O que era para ser uma estadia temporária de três meses no veleiro enquanto a obra terminava, virou o começo de uma nova vida no mar. O palco dessa história é o Caboges, um veleiro de projeto francês (Caroff - Bulle de Soleil) de 37 pés, possivelmente o único no Brasil. Uma embarcação de aço com quilha retrátil, ideal para as águas rasas do Guaíba e da Lagoa dos Patos, com capacidade para 500 litros de água e que já passou por muitas reformas — "mais em reforma do que navegando", como eles mesmos contam. Antes de se tornarem moradores do Caboges, a história do casal já era ligada à água e ao Yacht Club Guaíba. Eles contam como se conheceram, o convite para uma festa no clube uma semana depois, e a primeira noite de Bruna a bordo, que foi dividida com o Jair e os sogros. Aos poucos, o que era um hobby de fim de semana se transformou em um projeto de vida. O plano original era claro: sair do sítio, comprar uma casa em Viamão e seguir a vida em terra. Mas o acaso, ou o atraso da construtora, tinha outros planos. Quando a casa finalmente ficou pronta, eles já não precisavam mais dela. Como o Jair resumiu: "a casa foi entregue, eu já tava morando no barco e já tinha saído do clube". ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 📲 Siga o Hashtag Sal: Instagram: @hashtagsal_oficial 🔔 Inscreva-se no canal e ative o sininho pra acompanhar os próximos episódios. #ViverABordo #VeleiroDeAço #LagoaDosPatos #CortesDoSal #HashtagSal #Vela #Veleiro

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456 Görünümler · 16 günler önce

▶ Assista ao episódio #57 completo: https://youtu.be/rFOHQmLVklI ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ Mal terminamos um dos velejos mais especiais da temporada em Porto Alegre, levando minha mãe e meu padrasto para sentir um pouco do nosso sonho, e o motor decide parar. Não era bem o motor, mas um problema na chave de arranque que travou, queimou o motor de partida e me deixou com mais um desafio nas mãos antes de seguir viagem. Com a ajuda fundamental dos amigos Eduardo e Pedro, trocamos o motor de arranque — uma peça felizmente barata. Mas decidi ir além. Havia outra peça que eu mesmo precisava aprender a trocar: a válvula termostática. É o tipo de conserto que pode ser necessário no meio do nada e, como digo no vídeo, "você tem que saber trocar". Foi uma pequena vitória pessoal e mais um passo na jornada de autonomia que a vida no mar exige. Com o motor revisado e a confiança renovada, aproveito para mostrar um pouco mais do Balanço. Este corte é um pequeno tour pela parte externa do nosso veleiro cruzeiro-regata, mostrando detalhes que fazem toda a diferença na navegação e no dia a dia. Falo sobre nossas placas solares de 550 watts, a importância de uma bússola analógica Suunto (que não depende de eletricidade) e as particularidades do nosso sistema de velas, com os runnings e o mastro fracionado. ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 📲 Siga o Hashtag Sal: Instagram: @hashtagsal_oficial 🔔 Inscreva-se no canal e ative o sininho pra acompanhar os próximos episódios. #ManutençãoDeVeleiro #MotorDiesel #TourDeVeleiro #HashtagSal #Cortes #Vela #Veleiro

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10,106 Görünümler · 17 günler önce

Faça o curso da AUVP e vá de zero a investidor em 8 semanas: https://sard.ink/AUVPHashtagSal32 A Odisseia segue sendo repetida 3.000 anos depois — agora por um casal brasileiro num veleiro. De Angra aos Açores foram 20 países, até algo morder o leme no meio do Atlântico, a 900 milhas da terra mais próxima. Jean se preparou durante seis anos para dar a volta ao mundo sozinho. Aí conheceu a Silvia — que embarcou num curso de vela oceânica em segredo antes de decidir se embarcava na vida a bordo. Neste episódio, eles contam a travessia que fizeram desde agosto de 2023: a subida da costa brasileira, o Caribe dividido pela colonização, Los Roques, a San Blas dos Guna — que aqui faz o papel da ilha de Calipso —, a noite em que um bote com metralhadora apareceu em 30 segundos na fronteira de Guantánamo e o dia em que o vizinho incomodado com o banho na popa era Sylvester Stallone. Um ano velejando pelos Estados Unidos terminou com o barco ancorado a 300 metros da Estátua da Liberdade. Na travessia do Atlântico Norte rumo aos Açores, com 30 nós constantes, o leme travou no quinto dia como se algo estivesse mordendo — provavelmente uma orca. Eles só descobriram o tamanho do estrago ao mergulhar em Horta: de 1,78m de leme, restavam 84cm. Enquanto o Mabrouk espera reparo em Santa Maria, o plano segue: Madeira, Canárias, Cabo Verde e Fernando de Noronha. Porque, como na Odisseia que voltou aos cinemas, o maior ensinamento talvez seja o nostos — e nessa versão, Penélope não fica em casa esperando: ela divide o leme. A viagem é a própria Ítaca. ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ ⛵ CAPÍTULOS 00:00 A viagem mais famosa da história 01:15 O casal desta Odisseia 02:08 Seis anos de preparação e um curso em segredo 05:39 Relacionamento a bordo: ou dá certo ou dá errado 07:20 Amizades do mar 09:51 Saindo do Brasil com pouca experiência 11:10 O velejador, o último renascentista 12:16 Quem tem um plano sofre menos (AUVP) 15:32 O Caribe sem filtro 16:38 Ilhas inglesas, francesas e holandesas 19:30 Venezuela e Los Roques 21:30 San Blas: a terra dos Guna 23:36 A ilha de Calipso 24:29 Telêmaco em Boston: rumo aos EUA 25:10 Os 4 dias que viraram 11 25:58 Metralhadoras na fronteira de Guantánamo 29:31 Visto americano de veleiro 30:52 Chegando em Miami 33:51 Flórida: terra de lancheiro 34:29 O vizinho era o Stallone 36:12 Regras de ancoragem nos EUA 40:41 Georgia, Carolinas e Annapolis 41:51 BoatUS e o resgate voluntário do Uruguai 43:52 Intracoastal e o mastro de 63 pés 46:19 Motor pifou na entrada da baía 49:08 Ancorados ao lado da Estátua da Liberdade 50:24 Travessia: Charleston, Bermuda, Açores 52:44 Algo mordeu o leme 55:40 O mergulho em Horta: sobraram 84cm 56:36 O reparo em Santa Maria 57:36 Próximos planos: Cabo Verde e Noronha 58:31 Açores: onde todo mundo se conhece 1:02:15 Metis e xenia: o que a Odisseia ensinava 1:02:56 A transformação da Silvia 1:08:00 Impossível voltar ao mesmo quadrado 1:09:05 Nostos: a viagem é o lugar 1:10:01 Apoie o Hashtag Sal ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ ⚓ Apoie o canal: Apoia.se/hashtagsal 📸 Instagram: @hashtagsal_oficial ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ #SAL #HashtagSal #SAL427 #vela #veleiro #navegacao #odisseia #acores #atlantico #caribe #vidaabordo #orca

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986 Görünümler · 21 günler önce

▶ Assista ao episódio completo: https://youtu.be/Gb7-ZMIJcN4 ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ Desde que cheguei ao sul, procurava a conexão entre o gaúcho tradicional e a vela. Encontrei essa união na figura do Iberê, um velejador com uma história de vida que pouca gente tem pra contar. Uma vida de aventura, dignidade e orgulho de suas próprias escolhas. Antes de viver no mar, Iberê viveu na estrada, como artista de rua. Ele conta como chegava em cada cidade do Rio Grande do Sul, procurava o Centro de Tradições, anunciava sua arte na rádio local e, "na hora do lagarteio", ia para a praça declamar seus versos. Com o chapéu no chão, vivia do que as pessoas davam em troca de sua poesia, e lembra que viu "muita nota de 50 e de 100" no chapéu. Condenado pela família por largar uma vida convencional de "doutorzinho", Iberê não se arrepende. Pelo contrário, tem um orgulho imenso da experiência que a rua lhe deu e dos valores que formou. Essa filosofia se reflete em seu minimalismo hoje: uma escolha matemática para sobrar mais dinheiro para navegar, mas também uma forma de viver sem se preocupar com o que os outros vão pensar. Como ele mesmo diz, "a minha vida é reta". Nesse corte, Iberê compartilha um pouco da sua jornada, dos cavalos gordos aos veleiros, e da riqueza que não se mede em dinheiro. ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 📲 Siga o Hashtag Sal: Instagram: @hashtagsal_oficial 🔔 Inscreva-se no canal e ative o sininho pra acompanhar os próximos episódios. #Gaucho #ArtistaDeRua #Minimalismo #Cortes #HashtagSal #Vela #Veleiro

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317 Görünümler · 21 günler önce

Navegar à noite exige um tipo diferente de confiança. Entre o breu total e os números da sonda baixando, a decisão de seguir em frente pesa a cada segundo. #Shorts #NavegaçãoNoturna #Vela #HashtagSal

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604 Görünümler · 22 günler önce

▶ Assista ao episódio #54 completo: https://youtu.be/gMtjvBr0HdI ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ Em uma praia de 2 km de extensão conhecida como Ponta do Salgado, ou Areias Brancas, presenciamos uma cena que resume o encontro de dois mundos: um homem puxando um veleiro sozinho, na mão, como se estivesse a "cabrestear o barco". Uma demonstração de força que nos fez apelidá-lo de Hércules gaúcho, unindo a tradição do pampa à vida náutica de um jeito que eu nunca tinha visto. Essa imersão na cultura local do Rio Grande do Sul foi cheia de contrastes. Em uma noite, enfrentamos o vento minuano batendo a 30 nós, ancorados no Arroio Araçá; em outra, recebemos a equipe da TV Record local para uma entrevista inusitada às duas da manhã, para mostrar "o que acontece mesmo" a bordo de um veleiro de madrugada. E, como se não bastasse, foi por ali que meu drone encontrou seu fim aquático — por sorte, as imagens aéreas já tinham sido garantidas por um amigo em outra ocasião. Mas a maior surpresa estava em terra firme, na pequena cidade de Barra do Ribeiro. Lá encontramos a Fábrica de Gaiteiros, um projeto idealizado pelo músico Renato Borghetti. Um lugar onde crianças e adolescentes não só aprendem a tocar a tradicional gaita-ponto, como recebem instrumentos fabricados ali mesmo. Para mim, que já fui músico, ver a cultura gaúcha e o universo da vela convivendo lado a lado, na beira da lagoa, foi a prova de que ainda há muito a se descobrir, mesmo no lugar onde a gente nasceu. ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 📲 Siga o Hashtag Sal: Instagram: @hashtagsal_oficial 🔔 Inscreva-se no canal e ative o sininho pra acompanhar os próximos episódios. #CulturaGaúcha #BarraDoRibeiro #RenatoBorghetti #HashtagSal #podcastSAL #Vela #Veleiro

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368 Görünümler · 23 günler önce

Aquele momento mágico em que o motor se cala e as velas inflam. O barco ganha vida, fica mais leve e a navegação se torna pura poesia. #Shorts #Vela #Velejar #Navegacao #HashtagSal

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